Investidor da Orb.tz, Cesar Bertini diz que o problema não é a tecnologia, é como executivos brasileiros estão entrando nela. Sem indicador, com obsessão por produtividade e protótipos que não viram produto, a maioria das iniciativas perde o foco no meio do caminho.
Inteligência artificial virou linha recorrente no orçamento das empresas brasileiras. Para Carlos Guerra Jr., consultor de negócios e fundador da OmniAI, a maior parte do investimento atual chega como o que ele chama de puxadinho digital, peças soltas que parecem inteligência mas custam o dobro do necessário e entregam a metade. A boa notícia é que sete sinais práticos permitem ao empresário identificar antes de pagar caro
Por anos, software empresarial tratou inteligência artificial como recurso reativo, um chatbot que espera pergunta para responder. Uma nova categoria de arquitetura, batizada pelo Gartner como Agentic AI, propõe modelo distinto: agentes autônomos que percebem o contexto da operação e executam ações sem aguardar comando humano. Para Carlos Guerra Jr., fundador da OmniAI, a virada conceitual deixou de ser laboratorial e começa a definir o que é software corporativo competitivo em 2026.
A adoção da escala 5x2 — cinco dias de trabalho e dois de descanso — já alcança quase 30 milhões de trabalhadores formais no Brasil e promete transformar profundamente a dinâmica empresarial. Embora seja vista como avanço em qualidade de vida e produtividade, o modelo expõe setores inteiros a custos adicionais e complexidade tributária inédita.
Capital parado em imóveis corporativos brasileiros vira fronteira de capitalização no middle market. Com SELIC em 14,25%, a diferença entre crédito sem garantia e crédito com garantia imobiliária pode chegar a 14 pontos percentuais. A GX Capital, boutique financeira fundada por Vinicius Teixeira, opera nessa intersecção entre câmbio estruturado e crédito corporativo.
Fundador da Nexus Growth, consultoria que gerencia R$ 320 milhões em mídia paga, conduziu auditoria que revelou o intervalo entre o que a plataforma reportava e o que o balanço da empresa registrava. O caso resume o que está em jogo no mercado brasileiro de tráfego pago em 2026.
Decisões tomadas nos três primeiros dias após uma notificação fiscal podem reduzir em até dois terços o valor final cobrado, segundo especialistas. O caminho oposto, a inércia ou a defesa improvisada, costuma sair caro.
Após reunir atletas, personalidades e convidados no Open de Tênis Moveer, a marca anuncia nova experiência esportiva no dia 14 de junho, com equipes que representarão nações da Copa do Mundo
Especialista em cores e imagem pessoal mostra como tons estratégicos, acessórios e combinações elegantes podem transformar as cores da bandeira em produções para torcer dentro e fora dos estádios
Com 16 anos de mercado, mais de 70 produtos desenvolvidos e crescimento médio anual de 35%, Tatianne Morais aposta em educação e vendas para ajudar profissionais da beleza a crescerem no mercado
Nascida dentro do tradicional “Trio Goiano”, a Deboxe ultrapassou o universo automotivo, conquistou novos públicos e hoje reúne milhares de pessoas em experiências que misturam música, lifestyle, festivais e cultura; próxima edição acontece em setembro, em Goiânia
Iniciativa busca conectar os saberes da terra às tecnologias mais avançadas da saúde no Brasil e terá programação com debates, cortejo cultural e presença de lideranças indígenas e executivos
Investidor da Orb.tz, Cesar Bertini diz que o problema não é a tecnologia, é como executivos brasileiros estão entrando nela. Sem indicador, com obsessão por produtividade e protótipos que não viram produto, a maioria das iniciativas perde o foco no meio do caminho.
Inteligência artificial virou linha recorrente no orçamento das empresas brasileiras. Para Carlos Guerra Jr., consultor de negócios e fundador da OmniAI, a maior parte do investimento atual chega como o que ele chama de puxadinho digital, peças soltas que parecem inteligência mas custam o dobro do necessário e entregam a metade. A boa notícia é que sete sinais práticos permitem ao empresário identificar antes de pagar caro
Por anos, software empresarial tratou inteligência artificial como recurso reativo, um chatbot que espera pergunta para responder. Uma nova categoria de arquitetura, batizada pelo Gartner como Agentic AI, propõe modelo distinto: agentes autônomos que percebem o contexto da operação e executam ações sem aguardar comando humano. Para Carlos Guerra Jr., fundador da OmniAI, a virada conceitual deixou de ser laboratorial e começa a definir o que é software corporativo competitivo em 2026.