Investidor da Orb.tz, Cesar Bertini diz que o problema não é a tecnologia, é como executivos brasileiros estão entrando nela. Sem indicador, com obsessão por produtividade e protótipos que não viram produto, a maioria das iniciativas perde o foco no meio do caminho.
Inteligência artificial virou linha recorrente no orçamento das empresas brasileiras. Para Carlos Guerra Jr., consultor de negócios e fundador da OmniAI, a maior parte do investimento atual chega como o que ele chama de puxadinho digital, peças soltas que parecem inteligência mas custam o dobro do necessário e entregam a metade. A boa notícia é que sete sinais práticos permitem ao empresário identificar antes de pagar caro
Investidor da Orb.tz, Cesar Bertini diz que o problema não é a tecnologia, é como executivos brasileiros estão entrando nela. Sem indicador, com obsessão por produtividade e protótipos que não viram produto, a maioria das iniciativas perde o foco no meio do caminho.
Inteligência artificial virou linha recorrente no orçamento das empresas brasileiras. Para Carlos Guerra Jr., consultor de negócios e fundador da OmniAI, a maior parte do investimento atual chega como o que ele chama de puxadinho digital, peças soltas que parecem inteligência mas custam o dobro do necessário e entregam a metade. A boa notícia é que sete sinais práticos permitem ao empresário identificar antes de pagar caro
Por anos, software empresarial tratou inteligência artificial como recurso reativo, um chatbot que espera pergunta para responder. Uma nova categoria de arquitetura, batizada pelo Gartner como Agentic AI, propõe modelo distinto: agentes autônomos que percebem o contexto da operação e executam ações sem aguardar comando humano. Para Carlos Guerra Jr., fundador da OmniAI, a virada conceitual deixou de ser laboratorial e começa a definir o que é software corporativo competitivo em 2026.